A Esperança voltou a governar o Rio: Ricardo Couto e o fim do clico de lama na política do Rio
Depois de 28 anos de vergonha, o Rio finalmente respira. E a esperança tem nome e sobrenome: Desembargador Ricardo Couto de Castro.
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Por Luiz Carlos Verri Coutinho

Depois de 28 anos de vergonha, o Rio finalmente respira. E a esperança tem nome e sobrenome: Desembargador Ricardo Couto de Castro.
Com a renúncia de Cláudio Castro em 23 de março de 2026, o governo caiu nas mãos do terceiro na linha sucessória: o presidente do Tribunal de Justiça.
Escrevo este artigo não como bajulação, mas como reconhecimento público. Quando a coisa pública é feita com seriedade, a imprensa livre tem o dever de apontar.
Quem é Ricardo Couto? Não é político profissional. Não tem partido. Não tem ficha suja. É um magistrado de carreira, homem de toga, não de negociata.
Ele rompe um ciclo maldito.
Seu exemplo é simples e por isso revoluciona: gestão técnica, sem acordos, sem loteamento de cargos, sem Ceperj para comprar voto, sem contrato com OSs fantasmas. Um governo de Justiça, não de negociata.
Hoje ele faz o dever de casa que ninguém fez: contas em dia, transparência nos portais, auditoria de verdade e gestão voltada para o povo, não para empreiteiros e deputados.
Ricardo Couto prova que ainda é possível acreditar em homens sérios na vida pública. Que seu modelo austero e transparente seja o novo padrão daqui para frente, pelo menos até dezembro de 2026, quando entrega o estado para as urnas.
O Rio não aguenta mais ser laboratório de corruptos. O Rio quer ser governado para os fluminenses, não para o sistema.
Será que o exemplo de Ricardo Couto é o fim dos 28 anos de saque? Será que o Rio entendeu que precisa dos ESCOLHIDOS - gente ficha limpa, de mãos limpas, como pregam o AME e o MPB?
Afinal, a única diferença entre um povo corrupto e um político corrupto são pequenas letras. O povo se corrompe por tostões, os políticos por bilhões. Se os políticos são bandidos, somos seus cúmplices.
O governo de Ricardo Couto coloca diante do espelho não só a classe política, mas uma sociedade omissa, acomodada e conivente que precisa mudar seus conceitos.
Chega de saque. É hora do Evangelho da Democracia: um governo do povo, para o povo, pelo povo e com o povo.
A Tribuna aplaude.